Alunos da DIREITO SP trabalham com as mulheres da APAF formas consensuais de solução de conflitos.

09/04/2014[Atualizado em: 17/04/2017 - 09:00]

Alunos da Clínica de Mediação e Facilitação de Diálogos da DIREITO SP participaram do curso de hospitalidade oferecido pela  APAF (Associação Paulista de Apoio à Família) para inserção profissional de mulheres em situação de vulnerabilidade social. O foco da atividade, ocorrida em 27 de março, foi a mediação comunitária, uma das frentes da Clínica, ao lado da atuação em mediação judicial e empresarial. Os alunos levaram cartilhas de mediação e ensinaram técnicas que auxiliam as  mulheres a resolver consensualmente seus conflitos.

Os casos de conflitos mais recorrentes que foram relatados foram  brigas conjugais, guarda dos filhos e pensão alimentícia. “A possibilidade de ajudar na mediação de conflitos dessas mulheres foi muito importante, colocando os alunos em contato com uma realidade bastante distinta da que costumam viver”, explica Daniela Gabbay, professora responsável pela Clínica.

“Poder apresentar a mediação como forma de resolver conflitos tão sérios presentes naquelas vidas foi uma experiência bastante enobrecedora e gratificante”, disse o aluno Carlos Manoel M.H. Costa.

Para  aluno Rafael Barella,  a experiência chamou a atenção para a complexidade que um conflito  pode tomar, o que torna o processo de mediação ainda mais importante no processo de solução da questão.

Os alunos foram avaliados desde a elaboração prévia da apresentação da mediação e das cartilhas até a atuação direta com o público. Os resultados foram positivos, segundo Daniela. “A atividade foi muito importante para que os alunos trabalhassem a mediação comunitária como uma forma de empoderamento dos envolvidos no conflito e incentivo à busca de formas consensuais de solução. A partir da cartilha, os alunos puderam aplicar as técnicas de forma dinâmica, escutaram os conflitos mais comuns por que passam essas mulheres, trabalharam a mediação na área de gênero, família e violência. Foi uma troca de experiências bastante importante para os dois lados”, concluiu a professora.

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