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Escolas de Relações Internacionais e de Direito da FGV em São Paulo finalizam segunda edição do Projeto de Extensão de Apoio a Refugiados

No primeiro semestre de 2021, o projeto contou com 15 estudantes de Graduação de Relações internacionais e de Direito, que tiveram experiências práticas na análise dos processos de refúgio no Brasil.

As escolas de Direito (FGV Direito SP) e de Relações Internacionai (FGV RI) da Fundação Getulio Vargas finalizaram a segunda edição do Projeto de Extensão de Apoio a Refugiados (PEAR). O projeto é fruto de uma parceria inédita entre as duas escolas de São Paulo com a Coordenação Geral do Comitê Nacional para o Refugiado (CG-CONARE), órgão ligado ao Ministério da Justiça e responsável pela análise de eligibilidade dos solicitantes do reconhecimento da condição de refúgio no Brasil.

No primeiro semestre de 2021, o projeto contou com 15 estudantes de Graduação de Relações internacionais e de Direito, que tiveram experiências práticas na análise dos processos de refúgio no Brasil. As atividades incluíram a transcrição de entrevistas de solicitantes de refúgio, pesquisas para Estudos de País de Origem e capacitações com representantes do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR) e da CG-CONARE.

Para Carolina Moehlecke, coordenadora do PEAR pela FGV RI, a experiência proporciona aos estudantes a oportunidade de realizar atividades práticas que contribuem com uma formação acadêmica mais completa e conectada com os problemas da sociedade. “Conhecer a realidade do refúgio no Brasil e poder contribuir com o trabalho dos atores engajados com esta questão é uma experiência única e muito valorizada pelos alunos.”

“O PEAR se fortalece justamente no momento em que as oportunidades de extensão ganham mais espaço e relevância nos currículos dos cursos”, celebra Cassia Nakano Hirai, coordenadora do projeto pela FGV Direito SP, referindo-se à Resolução CNE/CES 7/2018, que institui as diretrizes curriculares de extensão no ensino superior brasileiro. “Cabe às escolas proporcionar aos seus estudantes vivências que estimulem uma atuação mais conectada e engajada à sociedade”, completa.