Da hiperglobalização à proliferação de regimes normativos

Edição: 
Revista DIREITO GV 10
Autor: 
Roberto Chacon de Albuquerque
Resumo (abstract): 

Este artigo analisa o conflito entre duas propostas para a solução da crise financeira internacional que representam tradições econômicas e políticas distintas, a Anglo-Americana e a Franco-Alemã. Washington e Londres propõem sanar os efeitos da crise internacional, enquanto Berlim e paris sugerem uma nova arquitetura para o mercado financeiro, com uma autoridade internacional centralizada para regulá-lo e controlá-lo, com cessão de soberania. Estas duas propostas contrapuseram-se na última reunião do g-20 ocorrida em Londres. Mais de setenta anos atrás, a conferência econômica de Londres, iniciada em 12 de junho de 1933, teve como objetivo adotar medidas contra a grande depressão, estimulando o comércio internacional e estabilizando o mercado de câmbio. A recusa a uma autoridade central para regular e controlar o mercado financeiro favorece a proliferação de regimes normativos.

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